Geral

01/02/2017 16:33

HOMICÍDIO

Investigação mostra o que cada envolvido ganharia com a morte de Loir

Leonardo Celeski / Jornal A Gazeta

Segundo a investigação, na imagem estão o atirador e os dois mandantes do crime

Leonardo Celeski - leonardo@gazetasbs.com.br

Piên

A Polícia Civil do Paraná, por meio do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), divulgou nesta terça-feira (31) como foi o planejamento da morte do prefeito eleito de Piên, Loir Dreveck (PMDB). Ele foi assassinado em dezembro no ano passado, com dois tiros na cabeça.

Conforme a investigação, o ex-prefeito Gilberto Dranka (PSD) e o presidente da Câmara de Vereadores, Leonides Maahs (PR), foram os mandantes do homicídio. Havia ainda Orvandir Arias Pedrini, conhecido como Gaúcho, que fazia o contato com o atirador, identificado como Amilton Padilha.

Todos eles encontram-se detidos na sede do Cope, em Curitiba. Em entrevista coletiva, com a presença de A Gazeta, o delegado-geral do Cope, Rodrigo Brown, explanou detalhes da investigação, do crime e do planejamento do mesmo. Segundo a investigação, cada pessoa envolvida seria beneficiada de uma forma com a morte.

Benefícios
Sem Loir no comando, Gilberto Dranka receberia cargos comissionados na Prefeitura. Leonides Maahs teria o mesmo benefício. Além disso, na condição de presidente da Câmara, seria o primeiro na linha sucessória para assumir o município, em caso de afastamento ou viagem do vice-prefeito Livino Tureck (PMDB).

Já Orvandir Arias Pedrini teria recebido a promessa que na nova gestão ele seria agraciado com diversos contratos de prestação de serviço com sua oficina sem licitação. Já Amilton Padilha, o atirador, recebeu R$ 10 mil e um veículo Gol prata, que foi apreendido.

Todos os detalhes do crime estão no jornal impresso desta quarta-feira (1), com informações
da investigação, opinião dos familiares de Loir, relato do advogado de Dranka, entre outros.

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