Geral

08/08/2018 11:07

CRIME E PREJUÍZO

Empresa prevê atraso de até 20 dias pela falta de energia em Rio Negrinho

Christian Hacke / Jornal A Gazeta

Produção estava 100% parada na tarde de terça-feira (7)

Matheus Müller e Christian Hacke - editoria@gazetasbs.com.br
Rio Negrinho

"A gente trabalha diariamente e tem meia dúzia querendo ganhar a vida fácil. É uma pena mesmo". Foi com esta declaração que o gerente de produção da Móveis Caftor, Richard Rueckl, definiu o apagão geral ocorrido em Rio Negrinho, terça-feira (7). O problema em 90% da cidade foi ocasionado por furto de cabos na subestação, na noite de segunda-feira (6), e a previsão de regularização do fornecimento de energia era somente para a manhã de quarta-feira (8).

Conforme o gerente de produção, apenas seis horas de paralisação dos trabalhos correspondem a cerca de 20 dias de atrasos na entrega, devido a janelas de carregamento no porto onde a mercadoria é despachada. "Uma parada dessas nos atrasa em 20 dias. O navio só atraca a cada 15 ou 20 dias", explica.

Ele cita ainda que muitos funcionários estão trabalhando em funções que não agregam à produção diária. "Na preparação tenho 30 funcionários varrendo a fábrica. A lustração e a usinagem estão 100% paradas", comenta. "Desde às 10h30 sem energia, o prejuízo é incalculável. Tenho contêiner esperando com a porta aberta para carregar e não tem peça", lamenta.

Confira mais informações sobre a falta de energia no jornal impresso desta quarta-feira (8).

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