Segurança

21/06/2022 14:36

CASO LOIR E GENÉSIO

Confira detalhes do início do julgamento de Gilberto Dranka e mais três

ALEXANDRE CARVALHO / JORNAL A GAZETA

Faixas pedindo justiça foram penduradas em frente ao Fórum de Rio Negro

Da redação - editoria@gazetasbs.com.br

Região

Começou pontualmente às 8h30 desta terça-feira (21) o julgamento do ex-prefeito de Piên, Gilberto Dranka, do ex-presidente da Câmara de Vereadores, Leonides Maahs, do mecânico Orvandir Pedrini e do atirador Amilton Padilha. Os quatro réus são acusados por planejar e executar emboscadas que resultaram nos assassinatos do técnico em segurança, Genésio Almeida, morto por engano ao ser confundido com o prefeito eleito em 2016, Loir Dreveck.

Em um primeiro momento, foram chamados os advogados de defesa e os que auxiliam na acusação para acompanhar o sorteio dos sete jurados que compõe o Tribunal do Júri. Até o final do julgamento eles permanecerão isolados em Rio Negro, sem acesso a televisão, rádio e outros meios de comunicação. Perto das 11 horas os jurados não selecionados começaram a sair do tribunal, que foi aberto para quem quisesse acompanhar a sessão.

Distância
Acusado de ser o intermediador entre os mandantes e o atirador, Orvandir Pedrini, também conhecido como "Gaúcho", não está participando presencialmente do julgamento. Conforme apurado por A Gazeta, isso ocorre por questões relacionadas a segurança dele. Vale lembrar que Gaúcho foi o delator do esquema que resultou nas investigações coordenadas pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), Polícia Civil e Ministério Público do Paraná.

Testemunhas
A sessão teve uma pausa para o almoço e foi retomada às 13h40, quando teve início a chamada das testemunhas do caso. A primeira testemunha a ser chamada foi a irmã de Loir, Rosilda Dreveck. Ao todo, serão ouvidas 25 testemunhas de acusação e defesa, além das partes envolvidas. A previsão é que neste primeiro dia o julgamento se prolongue até o anoitecer.

Oração
Antes do início do julgamento, Gilberto Dranka, seus advogados de defesa e amigos se reuniram em frente ao Fórum de Rio Negro para rezar um "Pai Nosso". O fato chamou atenção das pessoas que estão no local para acompanhar o Tribunal do Júri.

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