Segurança

13/10/2021 11:29

CASO DE 2019

Condenado a 16 anos de prisão por morte de morador de rua em Rio Negrinho

DIVULGAÇÃO

Homicídio ocorreu próximo do Pavilhão dos Imigrantes

Da redação - editoria@gazetasbs.com.br

Rio Negrinho

Marcos Antônio da Cruz Alexandre precisará cumprir 16 anos, 9 meses e 18 dias de reclusão pela morte de José Alceu Gschwendner, ocorrida em 2019. O julgamento do caso foi na semana passada, no Fórum de Rio Negrinho, quando ele foi condenado por homicídio qualificado. A família da vítima ainda receberá R$ 100 mil de indenização pelos danos morais decorrentes do crime.

O assassinato ocorreu por volta das 18h45 do dia 4 de novembro de 2019, uma segunda-feira, na Rua Jorge Lacerda, próximo ao Pavilhão dos Imigrantes. José Alceu, que era morador de rua, morreu após ser agredido com fortes golpes de pedras na cabeça após uma discussão. Quando os bombeiros chegaram ele já estava sem vida, apresentando sangramento intenso pelas vias nasais e pupilas dilatadas.

Crueldade
Na sentença, são trazidos alguns detalhes de como o crime ocorreu. “O laudo pericial e as imagens que constam dos autos, de fato, impressionam, pois apresentam a brutalidade e a frieza com que o réu agiu, desferindo uma sequência de golpes com uma pedra na cabeça da vítima, demonstrando, ainda, crueldade; e o acusado teria se aproveitado do fato da vítima estar deitada no chão, pois estava embriagada, apontando que ela não teve recursos para reagir”, diz trecho da decisão do juiz Rubens Ribeiro da Silva Neto.

O autor dos golpes, conhecido como “Diabo Loiro”, foi localizado momentos depois pela Polícia Militar, na Rua Jorge Lacerda. Durante revista pessoal, os militares visualizaram nas suas pernas alguns vestígios de sangue. O homem negou relação com o crime, mas foi levado até o local do fato, sendo reconhecido por testemunhas, e acabou preso em flagrante.

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