Segurança

18/09/2019 09:45

MARCANTE

Caso de duplo homicídio em São Bento completa um ano sem conclusão

Divulgação

Casal Marcos e Renata, juntamente com Maria de Lourdes e a advogada Eda Barboza (sentada)

Da redação - editoria@gazetasbs.com.br

São Bento do Sul

Um grave crime ocorrido em São Bento completa um ano. Em 18 de setembro de 2018, por volta das 20h30, o advogado Osmar Uniesky Júnior tirou a vida de seu pai Osmar Unisesky e da meia-irmã Franciele Unisesky. Pai e filha tiveram sua vida ceifada enquanto trabalhavam, no bairro Brasília, na transportadora do pai de Júnior.

Em imagens gravadas pelas câmeras de monitoramento do local, Júnior foi visto pulando a cerca de sua casa e se dirigindo até o escritório da empresa, onde estavam o pai e a meia-irmã. Em uma rápida discussão, que durou menos de um minuto, ele sacou um revólver da cintura e atirou no pai, que saiu atrás do filho e caiu sem vida no pátio da empresa. Franciele presenciou o crime, retornou ao escritório, trancou a porta e acionou a Polícia Militar.

Júnior retornou ao escritório, atirou na porta e foi até a janela da sala, onde visualizou a jovem agachada atrás de uma mesa e disparou três vezes, matando ela. Depois, ele foi visto saindo caminhando normalmente do local do crime. O corpo de Osmar ficou caído ao chão, no pátio da empresa, e o Franciele no interior do escritório. A investigação mostra que o crime havia sido premeditado pelo autor.

Processo e julgamento
Júnior responde pelo crime de homicídio, além de mais dois processos de danos morais e reparação civil, movidos pela advogada Eda Barboza. Ela foi contratada pela família para representar os falecidos, sendo assistente de acusação, pedindo danos morais em processo promovidos pelo filho e irmão, Marcos Unisesky, e pela mãe de Franciele, Maria de Lourdes Jelinski. Sem data para o julgamento, Junior segue preso na Penitenciária de Itajaí.

Relembre mais detalhes sobre o crime no jornal impresso desta quarta-feira (18).

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