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20/03/2020 10:10

CORONAVÍRUS

Busca por produtos amenizou e estoque está garantido nos supermercados

MATHEUS MÜLLER / JORNAL A GAZETA

Prateleiras já estão cheias após dois dias de loucura e muita procura

Marcello Miranda - editoria@gazetasbs.com.br

Estadual

A escalada de preocupação com o coronavírus no Estado, que teve seu auge com o decreto do governo fechando comércios por sete dias, trouxe uma série de dúvidas e questionamentos à comunidade. Isso fez com que a população se alvoroçasse e corresse para os supermercados, com medo de ficar sem alimentos.

Na terça e quarta-feira (17 e 18), houve uma grande aglomeração nos estabelecimentos, justamente aquilo que se desejava evitar com os fechamentos comerciais. Porém, passados os primeiros dias de quarentena, o movimento nos estabelecimentos estabilizou, enquanto os estoques seguem abastecidos, sem falta de produtos essenciais.

Apesar da proibição do transporte coletivo atravessar as divisas e fronteiras de Santa Catarina, os caminhoneiros estão liberados e podem transitar livremente. O governador Carlos Moisés (PSL) destacou durante entrevista coletiva, nesta quinta-feira (19) à noite, que não há motivo para impedir o tráfego de caminhões, especialmente para não ocorrer desabastecimento de produtos nos locais que seguem funcionando. "Por isso não há necessidade alguma de existir uma corrida aos supermercados", reforçou.

50% de ocupação
Para evitar novas aglomerações, o Governo do Estado anunciou quinta-feira que supermercados e farmácias devem limitar em 50% a sua capacidade de entrada de pessoas. Nos mercados consultados por A Gazeta, foi citado que inicialmente este controle será feito superficialmente, pois o movimento já reduziu consideravelmente desde quinta-feira pela manhã. “Se por acaso voltar a aumentar muito, vamos educadamente explicar a situação e atender uns primeiro do que outros”, lembra o empresário Mário César Pacheco, sócio e administrador da rede Germânia.

Belém limitou compra de alguns alimentos por clientes

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