Segurança

21/10/2021 11:43

PRIMEIRA INSTÂNCIA

Advogado deve cumprir pena em cela comum pela morte do pai e meia-irmã

LEONARDO CELESKI / JORNAL A GAZETA / ARQUIVO

Júnior está preso no Complexo Penitenciário de Itajaí

Da redação - editoria@gazetasbs.com.br

São Bento do Sul

O advogado são-bentense Osmar Unisesky Júnior acompanhou o julgamento do seu caso diretamente do Complexo Penitenciário de Itajaí, onde está preso desde 20 de setembro de 2018. Júnior, como é conhecido, foi condenado a mais de 20 anos de reclusão pela morte do pai Osmar Unisesky e da meia-irmã Franciele Aparecida Jelinsky Unisesky. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (20), em sessão do Tribunal do Júri

Na sentença, o juiz substituto Fernando Curi afirma que os crimes estão ligados “ao destino dos bens da vítima Osmar”, pois Júnior não aceitava o reconhecimento de filiação de Franciele. Ao definir a chamada dosimetria das penas, Curi estabeleceu 18 anos e 8 meses de reclusão pelos dois homicídios e mais 2 anos por porte ilegal de arma, fixando-a em 20 anos e 8 meses.

Atualmente, por ser advogado, Júnior está em uma cela de nível considerado superior – comparando às demais –, mas, segundo consta, ao passar a cumprir a pena ele deve ser transferido para uma cela normal, juntamente com os demais presos do regime fechado. Com a progressão de regime prevista na legislação brasileira, veja por quanto tempo ele deve permanecer preso.


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